Nova lei de trânsito: o que muda sobre o uso da viseira por motociclistas

A viseira pode ser levantada quando a motocicleta estiver parada, devendo ser imediatamente restabelecida quando o veículo for colocado em movimento. Veja o que muda!

Viseira
Foto: Depositphotos

A viseira é um equipamento de segurança obrigatório aos condutores de motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos motorizados e quadriciclos motorizados. Ela só pode ser substituída por óculos de proteção específicos, desenvolvidos para essa finalidade.

O modo correto é utilizar a viseira totalmente abaixada, por razões de segurança. Muitos motociclistas, porém, reclamam da obrigatoriedade do uso da viseira abaixada, sobretudo porque em dias chuvosos e úmidos, é comum que o acessório fique embaçado.

No entanto, para a a advogada especialista em direito de trânsito, Lays Freire, é preciso que os motociclistas se conscientizem de que se trata de um item indispensável para termos um trânsito mais seguro e com menos acidentes.

O que diz a legislação

Antes da mudança, que entra em vigor em 12 de abril de 2021, a legislação previa dois tipos de enquadramento para essa infração:

  • Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem viseira ou óculos de proteção (Art.244): Infração gravíssima com multa de R$ 293,47, recolhimento da CNH e suspensão direta do direito de dirigir.
  • Pilotar com a viseira levantada ou fora das condições exigidas pela Res. 453/13 do Contran (Art.169): Infração leve com multa de R$ 88,38.

A partir da nova legislação, que entrará em vigor no próximo dia 12, conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor com a utilização de capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Contran (Art.244), será caracterizada como infração média, com multa de R$ 130,16 e retenção do veículo para regularização.

Viseira
A viseira pode ser levantada quando a motocicleta estiver imobilizada na via, independentemente do motivo, devendo ser imediatamente restabelecida a posição frontal aos olhos quando o veículo for colocado em movimento.
Como éComo ficará
Atualmente há dois tipos de enquadramento para essa infração:– Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem viseira ou óculos de proteção  (Art.244):Infração gravíssimaMulta de R$ 293,47Recolhimento da CNH e suspensão direta do direito de dirigir.–  Pilotar com a viseira levantada ou fora das condições exigidas pela Res. 453/13 do Contran (Art.169):Infração leveMulta de R$ 88,38.– Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor com a utilização de capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Contran (Art.244).Infração médiaMulta de R$ 130,16Retenção do veículo para regularização.

Viseira do capacete levantada

Anteriormente, o Código de Trânsito Brasileiro – CTB, previa como infração gravíssima o ato de conduzir motocicleta com a viseira do capacete levantada,  pois se igualava a estar sem a viseira. A penalidade, nesse caso, não era somente a multa, mas também a suspensão do direito de dirigir. Contudo, em 2013 o Contran publicou a Resolução nº 453, que estabeleceu parâmetros para o uso do equipamento de proteção, flexibilizando a norma, acrescenta Lays Freire.

“De acordo com seu artigo 3º, o capacete deve conter viseira e, em sua ausência, o piloto, obrigatoriamente, deve utilizar óculos de proteção. Tanto a viseira quanto os óculos devem estar posicionados de maneira a proteger os olhos do condutor. É permitido que o condutor levante totalmente a viseira caso a motocicleta esteja parada, como no farol, o que não configura infração de trânsito. Além disso, enquanto estiver em movimento, nos capacetes que têm queixeira, é permitido que fique uma pequena abertura, a fim de garantir a circulação do ar”, relata.

Lays Freire
Lays Freire é advogada especialista em direito de trânsito. Foto: Arquivo Pessoal.

Ainda de acordo com ela, no artigo 4º, inciso II, da Resolução, o Contran estabelecia que o descumprimento do disposto nesse texto legal, sobretudo no artigo 3º, implicaria nas sanções previstas no art. 169 do CTB. Este diz ser infração de trânsito o ato de dirigir sem atenção aos cuidados indispensáveis à segurança. A penalidade é a multa e três pontos na CNH do condutor. “Ainda sobre a viseira, importante destacar que é proibida a utilização de película na viseira do capacete e nos óculos de proteção, assim como, no período noturno, é obrigatório o uso de viseira no padrão cristal, que é o tipo mais comum de viseira para capacete, com material límpido”, complementa a advogada.

Benefícios e Penalidades

Com a entrada em vigor da nova lei, a partir de 12 de abril, conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor com a utilização de capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Contran, caracterizará infração média, com penalidade de multa e retenção do veículo até regularização.

“A viseira é um equipamento de segurança obrigatório aos motociclistas. A função é proteger os olhos e parte da face contra impactos de chuva, poeira, insetos, sujeira e detritos jogados ou levantados por outros veículos. Sabemos que, em alta velocidade, um simples objeto pode ocasionar grandes estragos, no caso do condutor não estar devidamente protegido, e também dar causa a acidentes”, avalia.

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Nova Lei de Trânsito: 10 multas para evitar quando entrar em vigor, na segunda-feira (12/04)

O novo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que vai entrar em vigor na próxima segunda-feira (12), traz alterações nas quais o motorista deve ficar atento para não ser multado.

Para isso, veja abaixo dez penalidades que condutores de motocicletas e carros podem evitar, quando a Lei entrar em vigor. As informações foram divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal.

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Motorista deve ficar atento ao novo CTB para não ser multado (Crédito: Divulgação/Polícia Rodoviária Federal)

1 – Exame Toxicológico
Como era:
– Renovação do exame toxicológico obrigatória para todos os condutores de categorias C, D e E.
– Condutores com CNH válida por 05 anos – renovação a cada 02 anos e 06 meses.
– Condutores com CNH válida por 03 anos – renovação a cada 01 ano e 06 meses

O que muda:
– Renovação do exame toxicológico obrigatória a cada 02 anos e 06 meses para os condutores de categorias C, D e E e com idade inferior a 70 anos.
– Condutores acima de 70 anos não precisam renovar o exame toxicológico antes do vencimento de sua CNH.
– O motorista C, D e E não pode dirigir sem ter realizado o exame toxicológico previsto após 30 dias do vencimento do prazo de 02 anos e 06 meses (art. 148-A §2º) nem os que exercem atividade remunerada e não comprovam na renovação do documento a realização do exame no período exigido.
– A conduta será considerada infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 1.467,35 e suspensão do direito de dirigir por três meses.

2 – Obrigatoriedade do uso dos equipamentos de retenção
Como era:
– Crianças menores de 10 anos devem ocupar o banco traseiro e utilizar equipamento de retenção adequado.

O que muda:
– Crianças menores de 10 anos que não tenham atingido 1,45m deverão ocupar o banco traseiro e utilizar equipamento de retenção adequado.

3 – Aumento da idade mínima para crianças em motos
Como era:
– É proibido transportar criança menor de 7 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança.

O que muda:
– Será proibido transportar criança menor de 10 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança.

4 – Luz baixa durante o dia em rodovias 
Como era:
– O condutor deve manter acesos os faróis do veículo, utilizando a luz baixa, durante a noite e durante o dia nas rodovias.

O que muda:
– Não será mais exigida a luz baixa quando o veículo já dispuser da luz DRL, quando em pista duplicada ou dentro do perímetro urbano.

5 – Redução da gravidade da infração para motocicleta com farol apagado
Como era:
– Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis do veículo apagados é infração gravíssima, sujeita a multa é de R$ 293,47, recolhimento da CNH e suspensão do direito de dirigir.

O que muda:
– Conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis do veículo apagados será infração média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH.

6 – Infração para motociclistas sem viseira ou óculos de proteção
Como era:
– Existiam dois tipos de enquadramento para essa infração: – O artigo 244 do CTB determina que conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor sem viseira ou óculos de proteção é infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47, recolhimento da CNH e suspensão direta do direito de dirigir. – O artigo 169 da Resolução 433/13 do Contran estabelece que pilotar com a viseira levantada ou fora das condições exigidas pela resolução é infração leve, sujeita a multa de R$ 88,38.

O que muda:
– Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor com a utilização de capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Contran será infração média, sujeita a multa de R$ 130,16 e retenção do veículo para regularização.

7 – Aumento da gravidade da infração para quem não reduz ao passar ciclista
Como era:
– Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista é infração grave, sujeita a multa de R$ 195,23.

O que muda:
– Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista será infração gravíssima, sujeita a multa de R$ 293,47.

8 – Obrigação de curso preventivo de reciclagem
Como era:
– Para condutores das categorias C, D e E, com registro na CNH de exercício de atividade remunerada, que somaram entre 14 e 19 pontos nos últimos 12 meses.

O que muda:
– Para condutores de todas as categorias, com registro na CNH de exercício de atividade remunerada, que somaram entre 30 e 39 pontos nos últimos 12 meses.

9 – Aumento do prazo para comunicação de venda
Como era:
– O prazo para o vendedor do veículo fazer a comunicação de venda junto ao órgão de trânsito é de 30 dias.

O que muda:
– O prazo para comunicação de venda passará a ser de 60 dias. A nova legislação também abre a possibilidade de que esse procedimento seja eletrônico.

10 – Criação de multa para quem para sobre ciclovia ou ciclofaixa
Como era:
– Não há previsão de multa para o motorista que para o veículo sobre ciclovia.

O que muda:
– Parar em ciclovia ou ciclofaixa passará a ser infração grave, sujeita a multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

Você sabe quais modelos de carros aceitos para motorista de aplicativo? Confira essas dicas!

Cada vez mais brasileiros têm procurado trabalhar como motoristas autônomos. Por uma questão de desemprego, pela necessidade de complementar a renda ou simplesmente por apreciarem a flexibilidade de horários e os potenciais ganhos que os apps proporcionam, o fato é que a busca por certos tipos de carro para aplicativos é crescente.

Os passageiros se acostumaram rapidamente com a praticidade de pedir um carro onde quer que estejam, e os motoristas e as empresas têm aproveitado essa oportunidade para lucrarem com o serviço.

Ao longo deste artigo vamos explicar como escolher o modelo ideal de carro para começar a dirigir para aplicativos. Cada plataforma tem regras e exigências diferentes, por isso é importante ficar de olho no tipo de carro a ser comprado, além das demais condições para se tornar um parceiro dos grandes apps, como Uber, 99 e Cabify. Continue a leitura e fique por dentro do assunto!

Benefícios de ser motorista de aplicativo
Ser motorista de aplicativo pode ser um bom negócio no Brasil, afinal, a demanda por transporte de boa qualidade e a preços competitivos é alta no país, especialmente nas grandes cidades, onde as distâncias percorridas são longas e o transporte público é caro e ineficiente.

Mais do que uma oportunidade lucrativa, há outros benefícios nesse tipo de serviço. Entre eles, destacam-se:

  • fazer o seu próprio horário: apesar de haver momentos do dia em que a demanda é maior, de forma geral, é possível trabalhar quando for mais conveniente;
  • ter mais tempo para a família: embora o trabalho exija bastante dos motoristas, isso depende do quanto se pretende ganhar. Quem quer trabalhar menos horas tem essa possibilidade, o que facilita passar mais tempo com a família, levar os filhos à escola, entre outras atividades;
  • conhecer pessoas diferentes: por meio do trabalho como motorista é possível fazer novas amizades, contatos profissionais e conseguir outras oportunidades de negócios;
  • tempo de inatividade: em momentos de menor demanda, dá para ler um livro ou desenvolver outra atividade enquanto aguarda novos chamados;
  • visitar novos lugares: ser motorista permite conhecer lugares novos, inclusive dentro da própria cidade, o que sempre é uma experiência cultural enriquecedora;
  • gorjetas: há plataformas que permitem aos usuários pagar um valor extra como agradecimento ao motorista pelo bom atendimento realizado.

Cadastro como MEI
Se a atividade como Uber for sua principal fonte de renda, é fundamental se cadastrar como MEI (Microempreendedor Individual). Isso é essencial para garantir um Imposto de Renda mais barato — com um impacto significativo nas suas finanças pessoais —, além da possibilidade de usufruir de benefícios sociais, que vão de auxílio-doença a aposentadoria e até licença-maternidade, no caso das mulheres.

Exigências de carro para aplicativos
Como mencionamos anteriormente, cada aplicativo exige especificações diferentes para aceitar motoristas parceiros. Às vezes, dentro do mesmo app há condições variadas a atender — tudo vai depender da categoria em que o profissional deseja se inserir.

A seguir, veja as principais exigências de cada um dos aplicativos mais populares do país: Uber, 99 e Cabify.

Uber
A Uber é uma das mais populares plataformas para motoristas. Embora as regras sejam poucas, é preciso atender totalmente aos requisitos para se tornar parceiro da empresa.

Algumas cidades têm leis específicas para quem trabalha como motorista parceiro, que também devem ser respeitadas. Atente-se ao seu caso! Continue a leitura para conhecer as categorias da Uber.

UberX
A UberX é a categoria mais básica, com as viagens mais baratas para passageiros — e também a que exige o carro mais simples dos motoristas. Ainda assim, é preciso ter um carro com ar-condicionado, o modelo deve ser o de 4 portas e oferecer pelo menos 5 lugares. A data de fabricação exigida é a partir de 2008, mas isso também pode variar de cidade para cidade.

Uber Juntos
Essa categoria torna as corridas mais baratas para os passageiros, pois dá para dividir a conta com outras pessoas. Depois de pegar o primeiro passageiro, é possível dar carona para mais um, que é pego no caminho. No entanto, a Uber Juntos só está disponível em um número limitado de cidades. A exigência em relação ao carro é a mesma da UberX.

Uber Select
A Uber Select é a primeira categoria na qual a exigência aumenta um pouco. Os carros precisam ser mais novos e confortáveis, mas o motorista também é remunerado em cerca de 20% a mais em cada corrida.

Os modelos aceitos são bastante variados, mas de forma geral, os carros precisam ser fabricados a partir de 2014 para entrarem na categoria. Veja a listagem completa de quais carros são aceitos na Uber Select.

Uber Black
Essa é a categoria mais cara, mas com o maior retorno para os motoristas parceiros. Além das exigências básicas das categorias anteriores, como ar-condicionado, 4 portas e outras, os carros da Uber Black precisam ser obrigatoriamente SUVs ou sedãs pintados na cor preta. Os bancos devem ser de couro, outra demanda exclusiva da categoria.

Em relação ao ano de fabricação, há variações, dependendo do modelo do carro. Alguns devem ser fabricados a partir de 2011, outros precisam ser mais novos (há casos em que somente carros a partir de 2015 são aceitos). A recomendação é verificar essa informação no site da Uber. Importante: essa categoria está disponível somente em algumas capitais brasileiras.

99
A 99 é mais uma plataforma que permite que motoristas usem seus carros particulares para transportar passageiros nas cidades do país. Uma vantagem desse aplicativo é que ele também conta com táxis, e o fato de oferecer mais opções aos usuários faz com que muitas pessoas deem preferência a esse serviço na hora de pedir um carro.

Diferentemente da Uber, a 99 não conta com categorias específicas, mas há diversos requisitos que precisam ser atendidos para se tornar um motorista na plataforma. O carro deve ter 4 portas e, de forma geral, modelos com até 9 anos desde a sua fabricação são aceitos.

Por exemplo, em 2020, o motorista deve ter um carro fabricado no máximo até 2011 para trabalhar com a 99. No entanto, há cidades nas quais esse tempo de uso é menor, como em Belém (PA). Confira as informações atualizadas no próprio site da 99.

A empresa ainda oferece benefícios específicos aos motoristas, que variam de cidade para cidade.

Cabify
A Cabify chegou ao Brasil em 2016 e logo se tornou um dos aplicativos para transporte favoritos dos brasileiros. Embora esteja presente em menos cidades do que seus concorrentes, a plataforma promete ganhos maiores para os seus motoristas.

Um dos diferenciais da empresa é oferecer parcerias a empresas para o transporte de seus colaboradores. Assim, há oportunidades de ganhos extras para quem dirige pelo app. No entanto, diferentemente da Uber e da 99, os passageiros não têm a opção de pagar as viagens com dinheiro.

Por um lado isso gera mais segurança aos motoristas, que não precisam rodar por aí com dinheiro vivo. Por outro, os pagamentos não são feitos de forma imediata. A empresa promete enviar os valores aos motoristas semanalmente, todas as quintas-feiras, via transferência bancária.

Quando se fala nos carros para ser um motorista parceiro da Cabify, há algumas exigências diferentes das demais plataformas. As necessidades básicas — como estar com a documentação em dia, boas condições visuais e mecânicas e ter condicionador de ar — são as mesmas.

Confira as principais demandas que se diferenciam dos outros apps:

  • cor do carro: não são aceitos modelos nas cores laranja, fúcsia e verde limão;
  • rádio com MP3: o automóvel deve obrigatoriamente contar com o equipamento;
  • data de fabricação: a plataforma aceita carros com, no máximo, 8 anos de fabricação. Alguns modelos têm restrição maior e são aceitos apenas modelos com até 5 anos de uso.

No site da empresa é possível ver quais são os modelos aceitos e o tempo de uso de cada categoria.

5 dicas para escolher o carro ideal
Agora que você já conhece as principais exigências para desenvolver esse trabalho autônomo por aplicativo, dá para ter uma ideia do tipo de carro necessário para atuar na profissão. No entanto, há uma série de diferenças nas condições de cada plataforma. Veja as dicas para escolher o modelo ideal!

  1. Defina para qual aplicativo você vai dirigir
    A compra de um carro é um investimento. Quando vai utilizá-lo para trabalhar, então, esse compromisso financeiro deve ser feito com ainda mais cuidado, de forma a garantir que o retorno será o melhor possível. Por isso, antes mesmo de adquirir o carro, é importante definir qual é o aplicativo escolhido.

Como você viu anteriormente neste texto, há plataformas que exigem carros mais ou menos novos, e até mesmo a cor do automóvel é um fator determinante para que o cadastro do motorista seja aceito ou rejeitado.

Para otimizar os ganhos, muitos motoristas trabalham com dois ou mais aplicativos ao mesmo tempo — assim, eles têm a oportunidade de encontrar passageiros que usam Uber, 99 ou Cabify e, em teoria, aumentam suas chances de conseguir viagens. Se essa for sua intenção, a dica é escolher um carro que atenda às exigências de todas as empresas.

Aqui, porém, fica um alerta: trabalhar com mais de um aplicativo pode causar problemas, seja na qualidade do atendimento, nas avaliações ou mesmo na hora de administrar seus ganhos. Afinal, não dá para atender dois passageiros em apps diferentes ao mesmo tempo, certo? Se você deixa de atender muitas chamadas em um app, pode acabar sendo preterido em futuras oportunidades.

  1. Analise as opções de categoria existentes
    Alguns apps, como Uber, contam com categorias diferentes, com exigências que variam entre si. Por isso, é fundamental fazer uma análise profunda do investimento na compra do carro, o tempo que se pretende trabalhar como motorista e os ganhos potenciais.

Embora existam aplicativos que prometem pagamentos mais altos e categorias que cobram mais dos passageiros, repassando um lucro maior aos seus parceiros, é preciso avaliar se a demanda é grande para esses serviços na sua cidade. Procure conversar com outros motoristas e entender melhor como funciona esse mercado na região em que você pretende atuar.

De forma geral, apps mais populares e com mais clientes tendem a ter trabalho para motoristas com uma frequência maior — e as categorias mais econômicas, embora gerem ganhos menores a cada corrida, no fim do mês podem ser mais lucrativas. Além disso, o investimento na compra do carro também é menor.

O que você não deve fazer de jeito nenhum é investir em um carro para trabalhar e, depois, ficar ocioso. Embora uma folguinha de vez em quando seja essencial para descansar, ficar muito tempo parado tem um efeito devastador nas finanças de um profissional autônomo.

  1. Faça uma análise das suas finanças pessoais e projeções de ganhos
    Quando se decide trabalhar por conta própria, como é o caso dos motoristas de aplicativo, a organização financeira é fundamental. Diferentemente do funcionário de uma empresa, que tem o mesmo salário todo mês, pouco importando o quanto de fato ele trabalhou e se esforçou naquele período, o autônomo ganha com base na quantidade de trabalho entregue.

Tendo tudo isso em mente, pegue a calculadora e siga o passo a passo que listamos abaixo para garantir que as contas ficarão no azul todos os meses:

  • calcule o quanto você precisa ganhar mensalmente para pagar as contas básicas (aluguel, alimentação, internet, energia elétrica, entre outras);
  • calcule os gastos com o carro (combustível, estacionamento, impostos e lavagem, por exemplo);
  • separe um valor todos os meses para a manutenção do carro — você não quer ser surpreendido com uma falha mecânica inesperada ou a necessidade súbita de trocar o jogo de pneus, por exemplo;
  • guarde o valor necessário para garantir o seguro do automóvel — trabalhar com o carro sem seguro é algo impensável e irresponsável. O risco de um sinistro ocorrer é enorme, e mesmo acidentes simples geram gastos consideráveis.

Essa é a organização básica para manter o seu financeiro saudável. Se você está economizando para realizar algum sonho ou tem gastos fixos além dos citados acima, adicione-os nessa conta. Assim, você terá uma ideia clara de quanto precisa para viver todos os meses e não passar sufoco.

Sabendo das suas necessidades financeiras, é hora de projetar os ganhos como motorista de aplicativos. Se essa é a sua única fonte de renda, provavelmente você terá que trabalhar em período integral — pelo menos 8 horas por dia. No entanto, talvez você possa viver com menos, o que permite um tempo extra para fazer outras atividades.

Veja quanto você ganha por dia e compare esse valor à sua necessidade de renda mensal. Dessa forma, ficará mais claro quantas horas por dia (e quantos dias por mês) você precisará se dedicar à profissão.

É claro que a renda do motorista de aplicativos é variável — alguns dias serão mais rentáveis do que outros. Ainda assim, no geral, é possível fazer esses cálculos a partir de uma média. O importante é garantir o essencial para que a profissão continue viável e você possa viver dela com tranquilidade.

  1. Defina se você vai comprar um carro novo ou usado
    Outra questão bem importante na hora de escolher o carro para aplicativos é optar entre um modelo novo ou usado. Naturalmente, um carro 0 km tem uma série de vantagens, como:
  • garantia de fábrica;
  • possibilidade de oferecer mais conforto aos clientes;
  • despreocupação imediata em relação a revisões;
  • tranquilidade a respeito da aceitação na maior parte das plataformas para motoristas;
  • bastante tempo de trabalho até precisar trocar de carro, entre outras.

Mesmo com todos esses benefícios, é preciso ponderar que carros novos são mais caros do que seminovos e usados. No caso de um financiamento, por exemplo, as parcelas também tendem a ter valores mais altos — o que precisa ser levado em consideração e incluído na análise financeira sobre a qual falamos no item 3 deste texto.

Caso não seja viável financeiramente adquirir um carro zero, há a possibilidade de adquirir um seminovo ou usado. No entanto, é preciso atentar a uma questão fundamental: o ano de fabricação. As exigências quanto à data em que o carro foi fabricado variam de aplicativo para aplicativo, e é preciso verificar essas informações antes de fechar negócio.

De forma geral, os custos de um carro seminovo ou usado são menores, e isso potencializa os ganhos como motorista de aplicativo. No entanto, esses modelos têm uma necessidade maior de manutenção, o que não pode ser desconsiderado. Se o carro for mais antigo, ele eventualmente deixará de ser aceito pela plataforma escolhida, o que também deve ser pesado na hora de tomar a decisão.

Outros fatores preponderantes são as condições do carro seminovo ou usado que você pretende comprar. Lembre-se que os motoristas de aplicativo são avaliados pelos passageiros a cada viagem, e se o carro não oferecer as condições de conforto e segurança que os clientes estão acostumados, suas notas serão baixas.

A consequência disso é que menos oportunidades de trabalho surgirão, e até mesmo o desligamento do aplicativo pode ocorrer. Daí, de nada adianta ter economizado na compra do carro, já que ele não poderá mais ser utilizado para a finalidade pela qual foi adquirido.

  1. Confira as exigências para ser motorista de aplicativo
    Antes de investir em um carro — novo, seminovo ou usado —, também é importante verificar as demais exigências para ser motorista de aplicativo. Apesar das condições variarem entre os apps no que diz respeito aos modelos de carros, no geral, a documentação exigida é a mesma por todos eles.

Veja o que não pode faltar para começar a trabalhar na profissão:

  • Carteira Nacional de Habilitação na categoria B, com a especificação EAR (Exerce Atividade Remunerada);
  • Certidão de Antecedentes Criminais — alguns apps fazem essa verificação online, consultando bancos de dados dos órgãos de segurança pública, a partir do CPF do candidato a motorista parceiro;
  • documentação do carro em dia (IPVA e licenciamento DPVAT). Se houver alguma multa pendente, pague;
  • smartphone com internet para usar o app — algumas empresas oferecem aluguel de celulares, mas costuma sair mais barato ter o próprio aparelho, mesmo que você precise parcelar o pagamento;
  • algumas cidades contam com legislação municipal específica. Em São Paulo, por exemplo, são exigidos o CONDUAPP e o CSVAPP. Verifique as obrigações da sua região.

Outro ponto importante: carros repletos de adesivos, caminhonetes, vans e veículos com placa vermelha não são aceitos pela maioria das plataformas. Leve essas informações em consideração na escolha do carro para aplicativos.

Mais uma informação crucial: não é possível confirmar a aprovação do cadastro antes da compra do carro, mas dá para adiantar todas as etapas enquanto o automóvel não é escolhido. Em algumas plataformas, como a Uber, a última etapa é a aprovação da documentação do carro — e só é possível fazer isso depois que o carro já foi comprado e está devidamente registrado no Detran.

Se tudo der certo e o seu cadastro for aprovado — o que deve ocorrer se as dicas que listamos aqui forem seguidas —, é só ligar o seu aplicativo e aguardar as primeiras chamadas!

Neste artigo buscamos trazer algumas dicas sobre as principais dúvidas que os interessados em seguir a profissão de motorista autônomo têm. A cada dia a quantidade de apps que oferecem esse tipo de serviço aumenta, assim como a demanda por carros particulares para percorrerem pequenos percursos é cada vez maior.

Muito em função da má qualidade do transporte público no país, diversas pessoas vêm preferindo utilizar os aplicativos de transporte como Uber, 99 e Cabify para se deslocarem de casa para o trabalho, para a faculdade e até mesmo para eventos sociais. A qualquer hora, os passageiros podem procurar um carro nas plataformas, e é aí que os motoristas devem estar preparados para atender aos seus clientes da melhor forma possível.

Conteúdo; BV Banco

Por que encher o tanque do carro eleva o consumo de combustível

Com a disparada nos preços dos combustíveis, especialmente a gasolina, que já teve quatro reajustes nas refinarias somente neste ano, o jeito é tentar tirar o máximo proveito de cada gota.

Hábitos e práticas para reduzir o consumo do veículo são bem-vindos neste momento, bem como pesquisar postos com valores mais acessíveis.

Ao encontrar preços atraentes, muitos tratam logo de encher o tanque. Pois saiba que abastecê-lo até quase transbordar ou rodar constantemente na reserva são hábitos que não fazem bem à saúde do carro e também contribuem para diminuir a autonomia.

Rodar com tanque muito cheio ou muito vazio não faz bem ao carro e também contribui para elevar o gasto com combustível - Shutterstock
Imagem: Shutterstock

“Encher o tanque até o bocal danifica o cânister, que é filtro com carvão ativado responsável por reter os gases provenientes da evaporação do combustível. Esse filtro, geralmente localizado próximo ao tanque, é encharcado, perdendo toda sua eficiência”, alerta Everton Lopes, mentor em tecnologia e inovação da SAE Brasil.

De acordo com o engenheiro, os vapores que emanam do tanque são altamente tóxicos e poluentes – daí a importância de manter o cânister em bom estado.

A orientação do especialista é parar o abastecimento assim que gatilho for desarmado – o que proporciona nível adequado e seguro.

Mais peso, menos eficiência

Imagem: Shutterstock

Além disso, rodar com o tanque preenchido na capacidade máxima reduz a eficiência do veículo.

A explicação é simples: quanto mais peso houver a bordo, maior será a quantidade de combustível necessária para percorrer determinada distância. “A cada 100 kg, o consumo sobe 6%”, informa Lopes.

Parece algo inexpressivo, mas é bom não esquecer que esse desperdício vai se acumulando com o passar do tempo. E o prejuízo também.

Parece algo inexpressivo, mas é bom não esquecer que esse desperdício vai se acumulando com o passar do tempo. E o prejuízo também.

Portanto, se você dá valor ao seu dinheiro suado, não vale a pena encher o tanque no circuito urbano – prefira fazê-lo somente em caso de necessidade, como em uma viagem mais longa. E sem pedir “chorinho” ao frentista.

Fonte: Alessandro Reis Do UOL, em São Paulo (SP) 28/02/2021 04h00

Envelopamento automotivo: veja quais as vantagens e desvantagens

Há alguns anos o envelopamento automotivo ganhou espaço no Brasil. A técnica oferece a possibilidade de personalizar o visual do seu veículo com um custo e tempo menor do que seria necessário para uma pintura completa. Claro, essa é apenas uma das vantagens que o sistema proporciona para quem deseja realizar alterações estéticas nas carrocerias.

Além disso, o sistema permite criar variações, desenhos e mais do que só trocar a cor, apostar em novos detalhes nos carros. É possível também usar o vinil com revestimento fosco ou brilhante, para além de trocar a coloração, apostar em mais brilho ou naquele ar “malvadão” que as pinturas foscas dão aos carros.

Além do aspecto puramente estético, há quem aposte no envelopamento para proteção da pintura. Por isso usam uma cor parecida para revestir o carro que vai lidar melhor com chuva, sol e detritos, especialmente para quem pega muita estrada e sabe como pedras voam lançadas por rodas de outros veículos, geralmente de caminhões.

Envelopamento de carros: o que diz a lei, (des)vantagens e manutenção

Envelopamento também tem lado negativo

Dependendo do trabalho realizado, se houver alteração de 50% da cor original da pintura é preciso alterar a documentação do veículo. Para isso, o proprietário tem que pedir uma autorização ao Detran local que, após aprovada, deve constar no documento do veículo. Só após a autorização é que o serviço pode ser feito. O tempo de duração é outra questão. Se o preço muda, muda também a qualidade do material. Por isso é importante ter referência do local de instalação. Se o material usado for de baixa qualidade, em até dois anos pode ser preciso retirar ou substituir o envelopamento.

Cores como preto e branco têm duração maior do estado do material, a depender da qualidade, pode chegar a 10 anos. Já os revestimentos metálicos tendem a se desgastar antes – em até cinco anos. A limpeza é outra questão que exige cuidados diferentes. Tanto o PPF quanto o envelopamento estético não devem ser limpos com produtos abrasivos, geralmente a indicação é apenas para água e sabão na lavagem do veículo ou produtos específicos que não vão danificar a aplicação realizada

Mudar de ideia também pode custar um pouco mais caro. A remoção leva, geralmente, mais tempo que a aplicação. O processo tem que ser realizado com cuidado e de maneira a retirar a cola junto com a película. Carros que já tenham sido repintados antes da aplicação podem sofrer danos na retirada se o serviço de funilaria não tiver sido realizado com qualidade.

Fonte UOL

Novo código de trânsito: confira o que vai mudar a partir de abril de 2021

A Lei que altera o código de trânsito Brasileiro (CTB) foi sancionada em outubro de 2020, mas passará a valer em abril de 2021. Confira algumas das novas regras: ⤵⠀

1️⃣ Infrações leves e médias, passam a ser punidas apenas com advertência, caso o motorista não seja reincidente na mesma infração nos últimos 12 meses;⠀
2️⃣ A idade mínima para andar na garupa das motos aumenta de 7 para 10 anos;⠀
3️⃣ Veículos somente serão licenciados se comprovarem atendimento às campanhas de recall dos fabricantes;⠀
4️⃣ Obrigatoriedade da cadeirinha para crianças com até 10 anos, que tenham menos de 1,45 m de altura;⠀
5️⃣ Órgãos municipais de trânsito estão autorizados a aplicar a suspensão do direito de dirigir.⠀

Fonte: A Gazeta

Ford chama trabalhadores de volta para produzir peças de reposição, mas operários não vão

SÃO PAULO — A Ford iniciou na segunda-feira a convocação oficial para que os empregados das fábricas que a empresa fechou no país retornem ao trabalho para produzir peças de reposição, segundo os sindicatos que representam os metalúrgicos das unidades.

— A Ford está mandando comunicados, mas a adesão está zero, está tudo parado, ninguém está indo (dar expediente). A fábrica precisou alugar um galpão porque na região de Simões Filho (BA) porque não tinha gente para descarregar mercadorias de 90 caminhoneiros aqui em Camaçari — afirma Julio Bonfim, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari.

Segundo ele, a multinacional não negociou ainda como será o processo de demissão dos seus empregados nem sentou formalmente com os sindicatos para discutir as rescisões e indenizações.

Ford deu ‘tapa na cara’
— Ninguém voltou porque o que a Ford fez foi um tapa na cara, não negociou nada com a gente e pede para a gente retornar ao trabalho? Não dá — afirma Bonfim.

A Ford anunciou na semana passada uma reestruturação que envolve a demissão de cerca de 5.000 funcionários diretos no Brasil e na Argentina.

A maioria dos dispensados está aqui, onde a multinacional vai encerrar a fabricação de veículos. O fornecimento de veículos Ford para o Brasil será abastecido por meio de importação, especialmente da Argentina e do Uruguai.

A empresa mantinha no país uma fábrica de motores e de transmissão em Taubaté (SP) e uma planta montadora em Camaçari (BA), que já interromperam a produção, além de uma unidade da marca Troller em Horizonte (CE), que fecharia no fim do ano.

Perda de 118 mil empregos, diz Dieese
Bonfim e o governador da Bahia, Rui Costa (PT) foram a Brasília nesta terça-feira para visitar as embaixadas de Índia, Coreia do Sul e Japão na busca por oportunidades de investimentos para Camaçari, na tentativa de mitigar as demissões na região.

Segundo estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese), as demissões da Ford no país podem significar uma perda potencial de mais de 118.864 mil postos de trabalho, somando empregos diretos, indiretos e induzidos.

A perda de massa salarial no país é estimada pelo Dieese em R$ 2,5 bilhões ao ano, considerando os empregos diretos e indiretos perdidos. A entidade também projeta uma queda de arrecadação de impostos de R$ 3 bilhões anuais.

Segundo estudo da entidade, a Ford chegou a empregar 21.800 pessoas em 1980. Em 1990, tinha 17.578 trabalhadores. Nove anos depois, 9.153. Atualmente, segundo a entidade, são 6.171 operários empregados, sendo 4.604 mil na unidade de Camaçari (BA), 830 em Taubaté (SP) e 470 em Horizonte (CE).

A montadora está entre as quatro mais contempladas por créditos do BNDES, segundo a entidade. Entre 2002 e 2018, a Ford recebeu crédito de R$ 5,5 bilhões do banco estatal.

Fonte e Foto: Jornal Extra (Assembleia de operários da fábrica da Ford em Taubaté Foto: Edilson Dantas)

Ford anuncia fim da produção de veículos no Brasil e fechamento de fábricas

A Ford acaba de anunciar o encerramento da produção de veículos no Brasil, com o fechamento das fábricas que a montadora mantém em Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE), onde é fabricado o utilitário 4×4 T4, da Troller. ⠀

De acordo com a companhia, as três linhas de produção terão as atividades encerradas durante este ano, “à medida em que a pandemia de Covid-19 amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de perdas significativas”.⠀

Ford fecha fábricas e marca o fim de uma história de um século no Brasil |  VOCÊ S/A


A Ford informa que a produção de peças vai continuar mais algum tempo, para garantir estoque de componentes de reposição, enquanto os quatro modelos que eram fabricados aqui – Ka, Ka Sedan, EcoSport e T4 seguirão à venda enquanto durarem os estoques.⠀

📸 Divulgação
Fonte: @UOLCARROS⠀

OS 10 VEÍCULOS MAIS ROUBADOS/FURTADOS DO RIO DE JANEIRO EM 2020

A SUSEP, (superintendência de seguros privados) divulga lista dos 10 veículos mais roubados/furtados da cidade do Rio de Janeiro em 2020.

A grande surpresa dessa lista é a presença do Toyota Corola, figurando em 4º lugar.
Seguindo a lista dos veículos mais roubados/furtados do Rio de Janeiro estão:

1º HYNDAI HB20,
2º RENAULT SANDERO,
3º CHEVROLET ONIX,
4º TOYOTA COROLA,
5º CHEVROLET S10,
6º HONDA CIVIC,
7º FORD KA,
8º HONDA FIT,
9º FORD ECO SPORT
e em 10º VOLKSWAGEM GOL.

Ainda na lista divulga estão também o RENAULT LOGAN em 11º, VOLKSWAGEM VOYAGE em 12º, o TOYOTA ETHIOS em 13º, CHEVROLET COBALT em 14º e o VOLKSWAGEM FOX em 15º.

Vai viajar de carro com o seu cão? Esses 5 itens são indispensáveis na bagagem

Para que sua viagem não tenha percalços e seja prazeirosa para o seu pet, alguns preparos precisam ser feitos

Para muitas pessoas os pets são como membros da nossa própria família e precisam estar em todas as ocasiões especiais. A viagem de fim de ano é uma delas e é muito comum que os cachorros estejam no carro quando uma família vai pegar a estrada. Essa divisão de espaço com o seu cão pode dar certo, no entanto, alguns produtos precisam estar na sua bagagem para garantir a segurança do seu animalzinho.

Os cachorros não estão acostumados a fazer longas viagens de carro, por isso, uma recomendação dos especialistas é para que sejam feitas paradas frequentes na viagem. Pelo menos a cada 3 horas, para que o seu cão possa se exercitar, hidratar e fazer suas necessidades.

Outro cuidado que precisamos ter é com o ar condicionado, que pode incomodar bastante o seu cão. A recomendação é que a temperatura interna do seu carro seja mantida próxima a externa. Assim como os humanos, os animais também tem a sua bagagem e é preciso levar tudo aquilo que eles possam sentir falta durante a viagem.

Além disso, é importante que o seu cachorro esteja com a vacinação em dia antes de viajar. Como também é comum que seu cachorro fique enjoado, evite dar petiscos no carro. Pensando em todos esses cuidados, a Unikar separou 5 itens que são essenciais e precisam estar na bagagem do seu cão.


Confira a lista!

Capa de Protecao Para Banco

Caixa Transporte

Caixa Transporte Vermelha

Cinto de Segurança Chalesco para Cães

Cinto de Segurança Chalesco para Cães

Bebedouro Garrafa Para Cães e Gatos Portátil

Bebedouro Garrafa Para Cães e Gatos Portátil

Sanitário para Cães

Sanitário para Cães Petgreen Furacão Pet

Aviso: A Unikar não comercializa os produtos ou serviços citados.