ÓLEO SINTÉTICO, SEMISSINTÉTICO OU MINERAL: QUAIS SÃO AS DIFERENÇAS?

Conheça quais são os tipos de óleos mais utilizados pelos brasileiros e suas principais diferenças.

Entenda as diferenças entre lubrificantes mineral, sintético e  semissintético

Entre os diversos pontos que merecem a atenção do dono de um veículo na hora da manutenção, o óleo tem uma função de destaque, afinal, ele é responsável por garantir o correto funcionamento dos principais sistemas mecânicos que dependem de lubrificação, como é o caso do motor e da transmissão.

Atualmente, com os avanços tecnológicos, existem diversos tipos de óleos no mercado, sendo que os mais utilizados no Brasil são os minerais, semissintéticos e os sintéticos.

O óleo mineral, como o próprio nome indica, é aquele derivado de uma fonte mineral, ou seja, feito basicamente de petróleo, apesar de receber alguns aditivos para melhorar o seu desempenho. É ideal para os carros antigos, que foram projetados para essa tecnologia.

Já o óleo sintético é um óleo produzido de uma forma artificial, a partir de processos químicos avançados e fórmulas com vários elementos. Uma vantagem desse tipo de lubrificante é a possibilidade de ser adaptado para suportar os usos mais extremos e cumprir as exigências específicas de cada montadora.

Outro tipo de óleo muito utilizado atualmente é o óleo semissintético. Ele é uma solução intermediária que garante uma boa proteção do motor, trocas mais espaçadas e um custo acessível de manutenção.

Mas quais são as diferenças entre eles?

De uma forma geral, os lubrificantes evoluíram muito nas últimas décadas e cada tecnologia oferece as suas vantagens por um determinado preço. Os óleos sintéticos, por exemplo, são os mais avançados e caros. Já os minerais são baratos, mas não duram tanto. No meio termo existem os semissintéticos, que tentam unir esses dois extremos.

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