Envelopamento automotivo: veja quais as vantagens e desvantagens

Há alguns anos o envelopamento automotivo ganhou espaço no Brasil. A técnica oferece a possibilidade de personalizar o visual do seu veículo com um custo e tempo menor do que seria necessário para uma pintura completa. Claro, essa é apenas uma das vantagens que o sistema proporciona para quem deseja realizar alterações estéticas nas carrocerias.

Além disso, o sistema permite criar variações, desenhos e mais do que só trocar a cor, apostar em novos detalhes nos carros. É possível também usar o vinil com revestimento fosco ou brilhante, para além de trocar a coloração, apostar em mais brilho ou naquele ar “malvadão” que as pinturas foscas dão aos carros.

Além do aspecto puramente estético, há quem aposte no envelopamento para proteção da pintura. Por isso usam uma cor parecida para revestir o carro que vai lidar melhor com chuva, sol e detritos, especialmente para quem pega muita estrada e sabe como pedras voam lançadas por rodas de outros veículos, geralmente de caminhões.

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Envelopamento também tem lado negativo

Dependendo do trabalho realizado, se houver alteração de 50% da cor original da pintura é preciso alterar a documentação do veículo. Para isso, o proprietário tem que pedir uma autorização ao Detran local que, após aprovada, deve constar no documento do veículo. Só após a autorização é que o serviço pode ser feito. O tempo de duração é outra questão. Se o preço muda, muda também a qualidade do material. Por isso é importante ter referência do local de instalação. Se o material usado for de baixa qualidade, em até dois anos pode ser preciso retirar ou substituir o envelopamento.

Cores como preto e branco têm duração maior do estado do material, a depender da qualidade, pode chegar a 10 anos. Já os revestimentos metálicos tendem a se desgastar antes – em até cinco anos. A limpeza é outra questão que exige cuidados diferentes. Tanto o PPF quanto o envelopamento estético não devem ser limpos com produtos abrasivos, geralmente a indicação é apenas para água e sabão na lavagem do veículo ou produtos específicos que não vão danificar a aplicação realizada

Mudar de ideia também pode custar um pouco mais caro. A remoção leva, geralmente, mais tempo que a aplicação. O processo tem que ser realizado com cuidado e de maneira a retirar a cola junto com a película. Carros que já tenham sido repintados antes da aplicação podem sofrer danos na retirada se o serviço de funilaria não tiver sido realizado com qualidade.

Fonte UOL

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